Olha o que o cabinho do pirulito pode fazer! Todo cuidado com crianças é pouco!!

Segue o relato da mãe Patrícia Paiva  sobre o acidente com sua Maria Eduarda com o cabinho do pirulito em sua página do Facebook co mais de 62 mil compartilhamentos.

“Sexta feira a noite, Maria Eduarda se queixou de que estava com a boquinha doendo. Eu olhei a boca dela e não vi nada. Como ela continuava ativa como sempre, falante, comilona, e não apresentava quadro de febre ou algo parecido, achei que pudesse ser algum dentinho. No sábado novamente a queixa, mais nada em tom desesperador, novamente olhei a boca dela e não vi nada.
No domingo ela ficou normal. Quando foi ontem na segunda, ela veio correndo desesperada, chorando muito em minha direção, reclamando novamente da boquinha. Mais dessa vez, em tom desesperador. Quando abri a boca dela, e ela vomitou muito em cima de mim, e chorando bastante. Ao abrir a boca dela, vi uma ponta branca, dentro da garganta. Num ato de desespero, puxei de uma vez, com medo que aquilo voltasse para dentro dela.
Quando retirei, tomei o maior susto da minha vida. Ela estava com esse palito de pirulito, dentro dela a dias. Imagino que o vômito, tenha sido uma forma que o organismo dela tenha encontrado, para expelir aquilo fora.
Então me vieram dois alertas:
1 -Eu não compro esse tipo de doce pra ela, e quando ela não está comigo, está com a minha mãe ou na escola (que por sinal, tem o hábito de dar pirulitos para as crianaçs que estão chorando).
2- Nunca ignorar uma queixa de uma criança. Ela como só tem 2 anos e 6 meses, só sabia dizer que era a boquinha. Não sabe ainda o que é garganta.
Enfim, graças a meu bom Deus, nada de pior aconteceu. Mais que fique o alerta para todos que tem criança em casa, principalmente as menores como Duda.
Não dormir a noite, tentando imaginar como ela conseguiu engolir esse palito, isso se não foi o pirulito inteiro!
Um desespero, uma angústia, um remorsos por não ter dado mais atenção as queixas dela de dor.
Deus obg por esse livramento! 🙌

Fonte : Facebook Patrícia Paiva

By Simone Araújo

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Tortura!!! Pai e Mãe torturavam bebê de 4 meses

Triste matéria do Jornal do Cidade Alerta, sem palavras com tanta maldade.

 

Fonte: Cidade Alerta – Record

By Simone Araújo

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Mãe é detida por abandono de incapaz após morte de bebê, em Goiás

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A Polícia Civil investiga a morte de um menino de 1 ano e três meses que supostamente foi vítima de afogamento, em Goiânia. De acordo com a corporação, a mãe disse que deixou a criança com o irmão mais velho e saiu de casa para comprar comida, quando o bebê caiu em um balde. A mulher foi autuada em flagrante por abandono de incapaz e segue detida.

De acordo com a Polícia Civil, a mulher relatou que foi a um restaurante nas proximidades de casa e, quando voltou, não encontrou o bebê no local. Ela recebeu a notícia de que um vizinho tinha socorrido o menino.

A mulher seguiu então para o Hospital de Urgências Governador Otávio Lage (Hugol), pensando que o filho estava lá, mas não o encontrou. Então ela foi até o Centro Integral de Atendimento à Saúde (Cais) Cândida de Morais, onde já soube que a criança estava morta.

A Polícia Militar foi acionada e encaminhou a mulher até a Central de Flagrantes. No local, ela foi ouvida e acabou autuada em flagrante por abandono de incapaz. A mãe permanecia detida na tarde desta quarta-feira (26).

O caso será encaminhado à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). A causa da morte da criança ainda será confirmada pelo Instituto Médico Legal (IML).

Um caso aconteceu mês passado em Campo Grande Mãe Bebê de 1 ano morre afogado em balde enquanto pais limpavam casa 

Todo cuidado é pouco , se for sair leve a criança consigo ou deixe um adulto responsável pelo cuidado do mesmo.

Fonte: G1 – Mãe é detida por abandono de incapaz após morte de bebê, em Goiás – notícias em Goiás

By Simone Araújo

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Mãe adormece durante amamentação e bebê de dois meses morre asfixiado em Goiânia

 

Este não é primeiro caso, temos que ficar atentas na hora da amamentação e evitar dormir com a criança no colo para evitar este tipo de acidentes. Ser mãe é cansativo mas este é um cuidado que devemos ter.

Neste domingo (30), na capital Goiânia (GO), uma criança de dois meses morreu asfixiada. Segundo o Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu), a mãe alegou que amamentava o bebê quando pegou no sono, dormiu sobre o corpo da criança e a sufocou.

Duas viaturas do Samu estiveram no local para tentar socorrer a vítima, mas os paramédicos não tiveram sucesso. O local permanece isolado pela Polícia Militar (PM-GO) até a conclusão da perícia.

Fonte: Por Marcelo Carlos (com as informações de O Popular)

Fonte: Mãe adormece durante amamentação e bebê de dois meses morre asfixiado em Goiânia

By Simone Araújo

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Pai desequilibra e cai de costas em cima de seu filho, matando a criança

Um vídeo divulgado pelo canal de televisão chinesa CCTV viralizou ao mostrar um acidente lamentável entre o pai e seu pequeno filho, de 5 anos de idade. As imagens captaram o momento em que o pai acidentalmente se desequilibra e cai de costas em cima de seu filho, matando a criança, que teve seu pescoço fraturado.

O caso aconteceu na cidade de Guangzhou, na China. As imagens são de uma das câmeras de segurança do supermercado onde eles estavam, que captou o momento exato do acidente. No vídeo, é possível ver o pai caminhando de mãos dadas com o filho dentro do supermercado. Os dois pareciam felizes de estarem juntos. E como é de costume das crianças, o menino arrumou uma maneira de se divertir com seu pai. O garotinho brinca de andar atrás de seu pai, dando as mãos a ele.

O homem segue andando na frente e o filho atrás; o pai anda devagar com os braços para trás, segurando o menino, e seguiam brincando os dois. Até que, ao supostamente descer um degrau, o pai parece ser puxado para trás pelo menino. O homem se desequilibra, tenta segurar, mas não consegue, caindo em cima da criança. Na queda, o peso atingiu a parte superior do corpo da criança e a cabeça. O homem tenta sair de cima rapidamente da criança, mas não consegue.

Uma mulher que estava no local corre e ajuda ele a se levantar. Em seguida, ela pega a criança caída ao chão, que parece estar desacordada e entrega no colo do pai. Este carrega o menino, dá uns poucos passos, coloca o menino novamente deitado no chão e se desespera, olha para a criança desacordada, sem saber o que fazer. O vídeo é interrompido neste momento.

Segundo informações do canal de TV, o garotinho foi socorrido e levado para um hospital da cidade, mas não resistiu ao ferimento, vindo a morrer logo em seguida. A causa da morte seria uma fratura na coluna cervical, o peso do corpo do pai da criança teria fraturado a região do pescoço do filho.

Como o mundo está reagindo

O vídeo viralizou, pois as pessoas que compartilharam queriam alertar aos pais sobre uma brincadeira inocente, mas insegura, que acabou vitimando a criança. Um alerta para que outros pais não vivenciem a dor e sofrimento desse pai que perdeu seu filho de maneira trágica. Em muitos comentários, as pessoas se mostraram chocadas com as imagens e sensibilizadas perante a dor deste pai. Alguns ainda comentavam o quão frágil era a vida humana, lamentando o ocorrido. Um usuário de uma rede social ainda ressaltou que o pai teria que conviver com esta dor eternamente.

 

 

Fonte:Blasting News

 

By Simone Araújo

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Bebê norte-americana “nasce” duas vezes após tumor ser detectado na barriga

Imagem : Uol

Em muitos casos, pacientes que se curam de câncer dizem que “nasceram de novo”. No caso da pequenina norte-americana Lynlee Hope, contudo, a afirmação pode soar quase literal. Ainda como feto, a garota foi diagnosticada com um tumor e chegou a ser tirada da barriga da mãe antes de seu nascimento de fato.

Tudo começou na 16ª semana de gestação de Margaret Boemer, mãe de Lynlee. Em exames de rotina, médicos descobriram que o feto tinha um enorme e raro tumor próximo ao cóccix. Em pesquisas, os pais da garota descobriram que apenas quatro hospitais nos Estados Unidos já haviam feito com sucesso cirurgias em fetos com este tumor. Foi então que a peregrinação começou.

Margaret e seu marido, Jeff, foram a dois hospitais de Houston, no Texas, conversar com médicos. Em um deles, foram aconselhados a terminar a gravidez por causa do tamanho do tumor e dos riscos à saúde da mãe. Em outro, ganharam uma opção mais positiva, ainda assim realista: foi sugerido que fizessem uma cirurgia fetal aberta, com 50% de chances do bebê se salvar. Decidiram pela segunda alternativa.

Cirurgia dramática

Com o crescimento do tumor, que ficou praticamente maior do que o feto e sugava seu sangue, a mãe e o bebê foram submetidas à cirurgia na 23ª semana de gravidez. A operação foi praticamente como um nascimento antecipado. Os médicos cortaram a barriga de Margaret e retiraram seu útero. O problema é que o tumor era tão grande que uma enorme incisão teve que ser feita.

Darrell Cass, co-diretor do hospital que realizou a operação, em entrevista publicada pela CNN

A cirurgia, que durou mais de cinco horas, culminou em mais de 90% do tumor removido do feto. Em muitos momentos da operação, o coração de Lynlee praticamente parou. O então feto passou por reanimações e recebeu até transfusão de sangue, segundo relato da mãe publicado em site no qual faz vaquinha para pagar os custos do tratamento. Eles já conseguiram US$ 4.520 dos US$ 10,5 mil que pediram.

O final feliz

Após a cirurgia, o feto foi colocado de volta na barriga da mãe. Aí bastou esperar. Margaret ficou no hospital por mais uma semana, enquanto Lynlee se recuperava. Nos três meses seguintes, a mãe e o bebê seguiram descansando em uma clínica com o acompanhamento de profissionais. No dia 6 de junho, Lynlee nasceu oficialmente.
Agora, a pequenina garota já está com quatro meses. O caso chegou à mídia norte-americana, com reportagens se espalhando por sites e redes de televisão dos Estados Unidos. A mãe espera que o caso dê mais esperança a outras crianças que sofrem do mesmo problema.

Margaret Boemer, em sua página no Facebook

Fonte: http://www.uol.com.br

Mãe prefere parto em casa, filha morre e revolta médicos

Bom dia Mamães,

Minha modesta opinião, quer fazer o parto domiciliar tudo bem, contrate o obstetra, enfermeira , uma doula ( parteira) e uma ambulância com UTI completa a disposição em caso de emergência. Caso contrário não o faça!

Uma menina morreu logo após o parto realizado dentro de uma residência, em Ponta Grossa. A morte aconteceu nesta terça-feira (18) no bairro de Nova Rússia. A criança pesava 4.465 quilos e media 57 cm

Fonte: Mãe prefere parto em casa, filha morre e revolta médicos

By Simone Araújo
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Kate Middleton pode estar grávida de seu terceiro filho! 

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Foto e créditos : Life & Style

Kate Middleton pode estar esperando um bebezinho são rumores o site Life and Style Mag .

Ainda é especulação , as casas lotéricas inglesas ganham uma nota apostando no sexo do bebê da coroa inglesa. Aqui não vamos ganhar nada, mas vamos ver se acertamos! kk

Vocês acham que será príncipe ou princesa???

Leia a notícia completa em Life & Style

Fonte: Life & Style  http://www.lifeandstylemag.com/posts/kate-middleton-pregnant-baby-116579/photos/kate-middleton-maternity-style-7-172872#photo-anchor

By Simone Araújo
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A gente descobre! Babá é demitida após apresentar atestado médico falso para ir à praia

Foto:Gazeta do Povo

O TRT de Mato Grosso, da 23.ª Região, condenou uma babá por litigância de má-fé. Ela havia sido demitida por justa causa depois que a patroa descobriu que a empregada tinha apresentado um atestado médico falso para poder viajar. Ela alegava uma suposta complicação na gravidez e por isso deveria repousar, mas postou fotos no Facebook em que aparecia na praia, com a família e amigos.

Nos atestado apresentado à empregadora, as informações era de que ela estava com sangramentos e muito debilitada. Contudo, postou no Facebook fotos que comprovavam que estava bem de saúde, inclusive com as hashtags: #ferias, #rj, #perguntaseeutobem e #tobemdemais. A empregadora tomou conhecimento das postagens e a demitiu por justa causa quando ela retornou ao trabalho.

A partir das fotos e conversar anexadas nos autos o juízo da 7ª Vara Trabalhista de Cuiabá (MT) manteve a justa causa e ainda a condenou a pagar multa por litigância de má-fé. A babá incorreu em pelo menos três práticas previstas no artigo 482 da CLT que justificam a demissão por justa causa: ato de mau procedimento, por falsificar informações; ato de desídia, por não comparecer ao labor; e ato de insubordinação, já que não foi autorizada a se ausentar do trabalho. A empregada negou que houvesse feito a viagem e recorreu da decisão.

Recurso

O relator, desembargador Osmair Couto, deu razão à empregadora, tendo em vista “a patente quebra de confiança” que decorreu do fato de a babá, não sendo autorizada pela empregadora a realizar uma viagem, utilizar-se de atestado médico para se ausentar do serviço. “A autora vem a juízo afirmando que foi demitida sem justa causa enquanto se encontrava gestante. Por alterar a verdade dos fatos, incorreu em litigância de má-fé, de modo que mantenho a irrepreensível decisão que a condenou ao pagamento da multa.”

A empregada foi descoberta após postar fotos no Facebook com as hashtags #ferias, #rj, #perguntaseeutobem e #tobemdemais

Fonte: Gazeta do Povo Babá é demitida após apresentar atestado médico falso para ir à praia | Jurisprudência | Justiça e Direito | Gazeta do Povo

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Fiquem atentas! Pai de bebê é obrigado a pagar pensão alimentícia a gestante

Foto: Reprodução Gazeta do Povo

A Lei dos Alimentos Gravídicos (Lei 11.804, de 05 de novembro de 2008), por ser desconhecida pela maior parte da população, ainda é pouco utilizada. Essa lei estabelece que a mulher grávida tem o direito de pedir pensão alimentícia ao suposto pai, tendo como objetivo a tutela dos direitos do nascituro, ou seja, do bebê que está sendo gerado, para cobrir as despesas necessárias na gravidez, a ser fixada conforme os rendimentos do suposto pai e as necessidades da mulher enquanto gestante.

ssim, essa pensão alimentícia deve compreender os valores suficientes para cobrir as despesas adicionais do período de gravidez e que sejam dela decorrentes, da concepção ao parto, como, por exemplo, as referentes à alimentação especial, assistência médica e psicológica e exames complementares.

No entanto, a mulher grávida deve arcar com o que pode. A lei estabelece que esses alimentos referem-se à parte das despesas que deverá ser custeada pelo futuro e suposto pai, considerando-se a contribuição que também deverá ser dada pela mulher grávida, na proporção dos recursos de ambos. Deve-se levar em consideração, portanto, as possibilidades do suposto pai, as possibilidades da gestante e as necessidades durante a gestação até o nascimento da criança.

“Após o nascimento com vida, os chamados “alimentos gravídicos” serão automaticamente convertidos em pensão alimentícia em favor da criança até que uma das partes solicite a sua revisão.”

Até o advento dessa lei, a pensão alimentícia era devida somente entre pai e filho já nascido, após o reconhecimento da paternidade realizado voluntariamente ou por meio da ação judicial de investigação de paternidade. Antes era muito discutível se a grávida teria esse direito aos alimentos, porque se debatia sobre a legitimidade ativa do nascituro para a propositura da ação de alimentos, já que a existência de personalidade jurídica para a propositura de ações judiciais está condicionada ao nascimento com vida no Código Civil brasileiro.

Daí a importância da lei em tela que tem em vista a preservação da criança que está sendo gerada. Assim, a gestante passou a ter a legitimidade ativa para a propositura de ação judicial de alimentos gravídicos.

Após o nascimento com vida, os chamados “alimentos gravídicos” serão automaticamente convertidos em pensão alimentícia em favor da criança até que uma das partes solicite a sua revisão. Essa revisão tanto pode servir ao aumento do valor da pensão alimentícia, como à exoneração do alimentante ou suposto pai, desde que ele comprove que não o é.

Somente os indícios de paternidade são suficientes como requisito para o pedido de alimentos gravídicos, não obrigando a realização do exame de DNA durante a gestação, pelos perigos que esse exame acarreta quando feito na fase gestacional.

Após o nascimento da criança, aí sim o alimentante pode pedir em juízo a realização do exame de DNA e, caso a mãe se recuse a permitir a coleta de seu sangue e do seu filho, será presumida a inexistência da paternidade.

Foi vetado o artigo do projeto dessa mesma lei que dispunha sobre a responsabilidade civil da autora da ação quanto aos danos morais e materiais causados ao suposto pai, no caso de resultado negativo do exame de DNA.

O veto legislativo foi realizado a artigo que estabelecia a responsabilidade objetiva da autora da ação judicial, o que lhe imporia sempre o dever de indenizar o réu da ação, independentemente da apuração de sua culpa em sentido amplo, que abarca tanto o dolo quanto a culpa em sentido estrito. Haverá dolo se a mulher não teve relações sexuais durante o período fecundante com aquele homem que ela acusa como sendo o pai e haverá culpa em sentido estrito quando a mulher teve relações sexuais também com outro homem no mesmo período da fecundação.

Aplica-se nesses casos a regra geral do ato ilícito que acarreta a responsabilidade civil subjetiva, constante do art. 186 do Código Civil, pela qual a autora da ação de alimentos gravídicos pode responder pela indenização cabível desde que seja comprovado o seu dolo (vontade deliberada de causar o prejuízo ao réu da ação) ou apurada a sua culpa em sentido estrito (imprudência) ao promover a ação judicial.

Note-se que a aplicação dessa regra geral da responsabilidade civil resolve os problemas criados pelo princípio da irrepetibilidade dos alimentos, aquele princípio pelo qual se a pensão for paga indevidamente não cabe exigir a sua devolução. O valor da pensão paga, embora seja inexigível em si mesmo, integrará o valor da indenização que será fixada.

Portanto, não fica ao desabrigo aquele que é demandado numa ação de alimentos gravídicos caso se apure não ser o pai após o nascimento da criança, sendo a ele assegurado o direito à reparação de danos morais e materiais, aqui incluída a pensão indevidamente paga, com fundamento na regra geral da responsabilidade civil, desde que seja apurado o dolo ou a imprudência da gestante na atribuição da paternidade.

Regina Beatriz Tavares da Silva é presidente da Associação de Direito de Família e das Sucessões (ADFAS), doutora em Direito pela USP e advogada

 

Fonte: Gazeta do Povo Pai de bebê é obrigado a pagar pensão alimentícia a gestante | Artigos | Justiça e Direito | Gazeta do Povo

By Simone Araújo

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