Bebê norte-americana “nasce” duas vezes após tumor ser detectado na barriga

Imagem : Uol

Em muitos casos, pacientes que se curam de câncer dizem que “nasceram de novo”. No caso da pequenina norte-americana Lynlee Hope, contudo, a afirmação pode soar quase literal. Ainda como feto, a garota foi diagnosticada com um tumor e chegou a ser tirada da barriga da mãe antes de seu nascimento de fato.

Tudo começou na 16ª semana de gestação de Margaret Boemer, mãe de Lynlee. Em exames de rotina, médicos descobriram que o feto tinha um enorme e raro tumor próximo ao cóccix. Em pesquisas, os pais da garota descobriram que apenas quatro hospitais nos Estados Unidos já haviam feito com sucesso cirurgias em fetos com este tumor. Foi então que a peregrinação começou.

Margaret e seu marido, Jeff, foram a dois hospitais de Houston, no Texas, conversar com médicos. Em um deles, foram aconselhados a terminar a gravidez por causa do tamanho do tumor e dos riscos à saúde da mãe. Em outro, ganharam uma opção mais positiva, ainda assim realista: foi sugerido que fizessem uma cirurgia fetal aberta, com 50% de chances do bebê se salvar. Decidiram pela segunda alternativa.

Cirurgia dramática

Com o crescimento do tumor, que ficou praticamente maior do que o feto e sugava seu sangue, a mãe e o bebê foram submetidas à cirurgia na 23ª semana de gravidez. A operação foi praticamente como um nascimento antecipado. Os médicos cortaram a barriga de Margaret e retiraram seu útero. O problema é que o tumor era tão grande que uma enorme incisão teve que ser feita.

Darrell Cass, co-diretor do hospital que realizou a operação, em entrevista publicada pela CNN

A cirurgia, que durou mais de cinco horas, culminou em mais de 90% do tumor removido do feto. Em muitos momentos da operação, o coração de Lynlee praticamente parou. O então feto passou por reanimações e recebeu até transfusão de sangue, segundo relato da mãe publicado em site no qual faz vaquinha para pagar os custos do tratamento. Eles já conseguiram US$ 4.520 dos US$ 10,5 mil que pediram.

O final feliz

Após a cirurgia, o feto foi colocado de volta na barriga da mãe. Aí bastou esperar. Margaret ficou no hospital por mais uma semana, enquanto Lynlee se recuperava. Nos três meses seguintes, a mãe e o bebê seguiram descansando em uma clínica com o acompanhamento de profissionais. No dia 6 de junho, Lynlee nasceu oficialmente.
Agora, a pequenina garota já está com quatro meses. O caso chegou à mídia norte-americana, com reportagens se espalhando por sites e redes de televisão dos Estados Unidos. A mãe espera que o caso dê mais esperança a outras crianças que sofrem do mesmo problema.

Margaret Boemer, em sua página no Facebook

Fonte: http://www.uol.com.br

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Mamães cuidado!Comer salsicha aumenta o risco de câncer e leucemia em crianças, revela estudo

Olha essa matéria sobre consumo de salsicha, é algo prático , rápido, gostoso… mas que pode fazer muito mal os nossos pequenos.

Quando éramos crianças, adorávamos comer cachorro-quente!

Era um lanche prático.

Tudo o que tínhamos a fazer era aquecer a salsicha, colocar no pão e comer.

Também adorávamos o cachorro-quente da nossa lanchonete favorita.

Ainda bem que mudamos nossos hábitos e hoje riscamos esse sanduíche do nosso cardápio.

O que aconteceu foi que crescemos, nos informamos e vimos que cachorro-quente é um grande risco à saúde.

Mas muita gente mundo afora, mesmo com tanta informação, ainda é fã do velho pão recheado com salsicha.

Você que está nos lendo é mãe ou pai?

Então atenda a este nosso apelo: pare de dar cachorro-quente às suas crianças!

Não há nenhum exagero nesse apelo.

Mas apenas a preocupação de quem sabe o quão nocivo é esse “sanduba”.

No mundo inteiro, os casos de câncer infantil não param de aumentar.

E certamente a alimentação moderna está por trás disso.

De acordo com artigo publicado no jornal Los Angeles Times, citando pesquisa da Universidade da Califórnia publicada na revista Cancer Causes and Control, crianças que comem 12 ou mais cachorros-quentes por mês têm 9 vezes mais risco de desenvolver leucemia.

O LA Times acrescenta informando que duas outras pesquisas publicadas na mesma edição de Cancer Causes and Control sugerem que crianças cuja mãe comia regularmente cachorro-quente antes de elas nascerem têm o dobro do risco normal de desenvolver tumores cerebrais.

Basta que a mãe consuma pelo menos um cachorro-quente por semana durante a gravidez para haver esse risco, segundo as pesquisas.

As pesquisas foram comandadas pelo epidemiologista John Peters e podem  ajudar a explicar por que a incidência de leucemia infantil e de tumores cerebrais tem aumentado tanto nas últimas décadas.

Mas o que há de tão errado num delicioso cachorro-quente?

A salsicha é a resposta.

Salsichas contêm nitritos, que funcionam como conservantes e são utilizados principalmente para combater o botulismo.

Durante o processo de cozimento, nitritos combinados com as aminas naturalmente presentes na carne formam compostos cancerígenos.

Suspeita-se também que os nitritos podem combinar com aminas no estômago humano para formar compostos N-nitrosos.

Esses compostos são conhecidos agentes cancerígenos e têm sido associados com o câncer da bexiga, estômago cavidade oral, cérebro e esôfago.

Mas um momento…

Alguns vegetais contêm nitritos, e eles causam câncer também?

É verdade que os nitritos são comumente encontrados em muitos vegetais verdes, especialmente alface, aipo e espinafre.

No entanto, o consumo de vegetais parece ser eficaz na redução do risco de câncer.

Como isso é possível?

Nitritos de vegetais também têm vitaminas C e D, que servem para inibir a formação de compostos N-nitrosos.

Além disso, os nitritos de vegetais não foram adicionados artificialmente, eles fazem parte de um processo da natureza.

Salsichas não contêm apenas nitrito como ameaça.

Nitratos, outro conservante, também marcam presença e aumentam o risco de câncer.

É possível, porém, produzir salsicha sem nitritos e nitratos e, assim, reduzir o risco de câncer.

Já existem modernos métodos de produção que dispensam o uso desses conservantes.

Mesmo assim, alguns fabricantes usam nitritos para dar a cor avermelhada que seduz muitos consumidores de salsicha e outros embutidos.

A cor vermelha artificial das carnes processadas transmite uma falsa ideia de frescura, com o intuito, na verdade, de enganar os consumidores.

Em resumo, é possível produzir salsichas e outros embutidos sem nitritos, como já está ocorrendo nos Estados Unidos e em alguns países da Europa (ver foto acima).

E, portanto, já está na hora do consumidor brasileiro também exigir isso.

Fonte: Cura pela Natureza Comer salsicha aumenta o risco de câncer e leucemia em crianças, revela estudo | Cura pela Natureza

By Simone Araújo

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