Dicas para facilitar o trabalho de parto

Para facilitar o parto normal é importante fazer exercícios físicos tais como  caminhar, subir escadas ou dançar, estes exercícios ajudam movimentam o quadril e facilitam o encaixe da cabeça do bebê na pélvis da grávida.

A gestante deve fazer vários exercícios físicos durante a gestação, não apenas no dia do parto.

Existem algumas técnicas para facilitar o parto normal tais como:

  • Urinar pelo menos 1 vez a cada hora, porque a bexiga cheia traz desconforto e dor;
  • Controlar a respiração durante as contrações, enchendo o peito de ar como se estivesse cheirando uma flor e de seguida soltando o ar muito lentamente como se estivesse soprando uma vela;
  • Beber muita água, para se manter hidratada;
  • Fazer refeições leves caso a grávida sinta fome, como comer fruta ou pão, para evitar ter náuseas e vômitos durante o trabalho de parto;
  • Escolher uma posição corporal que permita aliviar a dor durante as contrações, como posição de 4 apoios ou sentar no chão com as pernas abertas.

Além disso, a grávida deve estar num ambiente calmo, com pouca luminosidade e sem ruído, devendo pensar positivamente, acreditando que cada vez que ocorre uma contração e a dor é forte, o nascimento do bebê está cada vez mais próximo.

Fonte: Tua Saúde https://www.tuasaude.com/exercicios-para-facilitar-o-parto-normal/

By Simone Araújo

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O Fantástico corpo humano!

Que imagem! Como é belo o corpo humano e que poder magnífico Deus nos deu em poder gerar uma vida e ser mãe ✨ 

Imagem IG By @dr.berna.hp 

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Fiquem atentas! Pai de bebê é obrigado a pagar pensão alimentícia a gestante

Foto: Reprodução Gazeta do Povo

A Lei dos Alimentos Gravídicos (Lei 11.804, de 05 de novembro de 2008), por ser desconhecida pela maior parte da população, ainda é pouco utilizada. Essa lei estabelece que a mulher grávida tem o direito de pedir pensão alimentícia ao suposto pai, tendo como objetivo a tutela dos direitos do nascituro, ou seja, do bebê que está sendo gerado, para cobrir as despesas necessárias na gravidez, a ser fixada conforme os rendimentos do suposto pai e as necessidades da mulher enquanto gestante.

ssim, essa pensão alimentícia deve compreender os valores suficientes para cobrir as despesas adicionais do período de gravidez e que sejam dela decorrentes, da concepção ao parto, como, por exemplo, as referentes à alimentação especial, assistência médica e psicológica e exames complementares.

No entanto, a mulher grávida deve arcar com o que pode. A lei estabelece que esses alimentos referem-se à parte das despesas que deverá ser custeada pelo futuro e suposto pai, considerando-se a contribuição que também deverá ser dada pela mulher grávida, na proporção dos recursos de ambos. Deve-se levar em consideração, portanto, as possibilidades do suposto pai, as possibilidades da gestante e as necessidades durante a gestação até o nascimento da criança.

“Após o nascimento com vida, os chamados “alimentos gravídicos” serão automaticamente convertidos em pensão alimentícia em favor da criança até que uma das partes solicite a sua revisão.”

Até o advento dessa lei, a pensão alimentícia era devida somente entre pai e filho já nascido, após o reconhecimento da paternidade realizado voluntariamente ou por meio da ação judicial de investigação de paternidade. Antes era muito discutível se a grávida teria esse direito aos alimentos, porque se debatia sobre a legitimidade ativa do nascituro para a propositura da ação de alimentos, já que a existência de personalidade jurídica para a propositura de ações judiciais está condicionada ao nascimento com vida no Código Civil brasileiro.

Daí a importância da lei em tela que tem em vista a preservação da criança que está sendo gerada. Assim, a gestante passou a ter a legitimidade ativa para a propositura de ação judicial de alimentos gravídicos.

Após o nascimento com vida, os chamados “alimentos gravídicos” serão automaticamente convertidos em pensão alimentícia em favor da criança até que uma das partes solicite a sua revisão. Essa revisão tanto pode servir ao aumento do valor da pensão alimentícia, como à exoneração do alimentante ou suposto pai, desde que ele comprove que não o é.

Somente os indícios de paternidade são suficientes como requisito para o pedido de alimentos gravídicos, não obrigando a realização do exame de DNA durante a gestação, pelos perigos que esse exame acarreta quando feito na fase gestacional.

Após o nascimento da criança, aí sim o alimentante pode pedir em juízo a realização do exame de DNA e, caso a mãe se recuse a permitir a coleta de seu sangue e do seu filho, será presumida a inexistência da paternidade.

Foi vetado o artigo do projeto dessa mesma lei que dispunha sobre a responsabilidade civil da autora da ação quanto aos danos morais e materiais causados ao suposto pai, no caso de resultado negativo do exame de DNA.

O veto legislativo foi realizado a artigo que estabelecia a responsabilidade objetiva da autora da ação judicial, o que lhe imporia sempre o dever de indenizar o réu da ação, independentemente da apuração de sua culpa em sentido amplo, que abarca tanto o dolo quanto a culpa em sentido estrito. Haverá dolo se a mulher não teve relações sexuais durante o período fecundante com aquele homem que ela acusa como sendo o pai e haverá culpa em sentido estrito quando a mulher teve relações sexuais também com outro homem no mesmo período da fecundação.

Aplica-se nesses casos a regra geral do ato ilícito que acarreta a responsabilidade civil subjetiva, constante do art. 186 do Código Civil, pela qual a autora da ação de alimentos gravídicos pode responder pela indenização cabível desde que seja comprovado o seu dolo (vontade deliberada de causar o prejuízo ao réu da ação) ou apurada a sua culpa em sentido estrito (imprudência) ao promover a ação judicial.

Note-se que a aplicação dessa regra geral da responsabilidade civil resolve os problemas criados pelo princípio da irrepetibilidade dos alimentos, aquele princípio pelo qual se a pensão for paga indevidamente não cabe exigir a sua devolução. O valor da pensão paga, embora seja inexigível em si mesmo, integrará o valor da indenização que será fixada.

Portanto, não fica ao desabrigo aquele que é demandado numa ação de alimentos gravídicos caso se apure não ser o pai após o nascimento da criança, sendo a ele assegurado o direito à reparação de danos morais e materiais, aqui incluída a pensão indevidamente paga, com fundamento na regra geral da responsabilidade civil, desde que seja apurado o dolo ou a imprudência da gestante na atribuição da paternidade.

Regina Beatriz Tavares da Silva é presidente da Associação de Direito de Família e das Sucessões (ADFAS), doutora em Direito pela USP e advogada

 

Fonte: Gazeta do Povo Pai de bebê é obrigado a pagar pensão alimentícia a gestante | Artigos | Justiça e Direito | Gazeta do Povo

By Simone Araújo

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Ganho de peso na gravidez, cuidado!

Olá Mamães!

Muito cuidado com ganho excessivo de peso durante a gravidez, mulheres que ganham muito peso na gravidez apresentam o risco em se tornarem obesas após o parto, além de doenças na gravidez com eclampsia e Pré eclâmpsia e outras.

A maior parte do ganho de peso na gravidez ocorre no 2º e no 3º trimestre. No primeiro trimestre, o ganho de peso é mínimo, variando entre 0,5 a 2,0 kg. Não só não há nenhuma necessidade de engordar nesta fase, como é difícil fazê-lo pois há  na gravidez já que é nas primeiras semanas de gravidez a gestante costuma ter enjoos e vômitos frequentemente  A partir do segundo trimestre de gravidez, o ganho de peso acelera-se, devendo ficar em torno de 0,5 kg por semana.

O termo “comer por dois” durante a gravidez é um mito que não deve ser seguido. Basta um aumento de 200 a 300 kcal por dia na dieta para que a gestante consiga atingir a meta de 0,5 kg por semana. A gestante deve comer pequenas porções, várias vezes por dia. Não é indicado um jejum maior que 4 horas durante o período que a gestante esteja acordada.

Mulheres previamente obesas não devem tentar fazer dietas muito restritivas durante a gravidez. Se você não emagreceu antes, não será agora, grávida, que deverá fazê-lo. O aconselhável é ter uma dieta saudável, evitando apenas os exageros nas calorias, açúcares e frituras. O objetivo da gestante com sobrepeso não é emagrecer, mas sim manter o seu ganho de peso gestacional dentro da faixa indicada.

CONSEQUÊNCIAS DO GANHO DE PESO GESTACIONAL EXCESSIVO OU INSUFICIENTE

A diretrizes sobre o ganho de peso gestacional de 2009 foram estabelecidas após a avaliação de 150 estudos científicos publicados entre os anos de 1990 e 2007.

Entre as evidências encontradas nessa revisão podemos destacar os seguintes fatos:

– Quanto maior é o ganho de peso gestacional, maior é o risco da gestante precisar se submeter a um parto cesária

-Mulheres com aumento do peso gestacional inferior ao desejado apresentam maior risco de terem bebês pequenos, com baixo peso ao nascimento e um maior risco de terem partos prematuros. Por outro lado, mulheres com aumento de peso gestacional acima do desejado apresentam maior risco de terem bebês grandes e com elevado peso ao nascimento, fenômeno chamado de macrossomia (bebês que nascem com mais de 4 kg).

– Em média, para cada quilo de ganho de peso gestacional, o peso do bebê aumenta seu peso entre 16,7 e 22,6 gramas.

– Mulheres que ganham peso excessivamente durante a gravidez têm maior risco de não conseguirem voltar para o seu peso original após o parto. Mulheres já previamente com sobrepeso e que ganham peso excessivamente na gravidez têm um maior risco de tornarem-se obesas ou agravarem a sua obesidade já existente. 40% das mulheres com elevado ganho de peso gestacional permanecem, meses após o parto, com cerca de 8 a 10 kg acima do peso que tinham antes de engravidar.

– O excesso de ganho de peso gestacional também tem sido associado a um risco aumentado de hipertensão gestacional, pré-eclâmpsia e diabetes gestacional

– O excesso de ganho de peso gestacional aumenta o risco de obesidade infantil, diabetes e hipertensão nas crianças.

Fique atenta!

Imagem Companhia da Mama

 

Segue tabela de ganho de peso saudável

Imagem : MD Saúde

Fonte: MD Saúde

Sempre faça o pré-natal corretamente e siga as instruções de seu médico.

Queremos saber?

Quantos quilos engordaram na gravidez ? Comente

By Simone Araújo

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Parto normal ! Muito lindo , vale a pena assistir!😍

Muito legal esse vídeo de parto normal, um dos melhores que já vi.

Para quem está grávida e planejando parto vale a pena assistir e se preparar para esse lindo momento!🙏🏻

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Imagem : Nucleus Medical Media  via Social Momm

Epi-no

O Epi-no é um aparelho alemão que trabalha a musculatura e flexibilidade do períneo para evitar epistomias os famosos e temidos “piques” ( corte entre a região do ânus e vagina)

Para o bebê nascer o colo do útero precisa dilatar cerca de 10 cm, para o mesmo sair do útero em direção ao canal vaginal. Mesmo com a nossa grande capacidade de flexibilidade e distensão de nossa musculatura ainda ocorrem muitas lacerações durante a saída do bebê.

O epi-no além de trabalhar está flexibilidade , também pode- se fazer o treino expulsivo. Muitas mulheres gostam desmistificar o tal “círculo de fogo ” com este treinamento. 

Em Goiânia foi orientada por minha Ginecologista Dra Ana Cristina de Castro a fazer o Epi-no  e o fiz com a Fisioterapeuta e Doula Fernanda Pinheiro , excelente profissional super recomendo. 

Parto empelicado 

    Parto empelicado que é um tipo de parto raríssimo no qual a bolsa com líquido amniótico não se rompe nem antes e nem depois do parto.

A bolsa tem que ser rompida por quem estiver assistindo o parto ; obstetra ou parteira.

Reza a lenda que o bebê que nasce assim , terá poderes sobrenaturais  quando crescer e sorte garantida… Será?

Este lindo parto ocorreu em Salvador tendo como obstetra Dra. Cinara Costa @naracte 👏😍😍

As 5 melhores lojas de bebê em Miami para o enxoval dos sonhos!

 

 

Essa matéria é pra quem está pensando em ir para Miami fazer o enxoval, dica imperdível!

A personal shopper e criadora da La Robe Baby, Fefa Caram, preparou um post com as 5 melhores lojas de bebê em Miami para você fazer o enxoval dos sonhos!

Confira quais são 🙂

Por Fefa Caram

1 – BUY BUY BABY

Para mim, a Buy Buy Baby é a melhor loja para fazer o enxoval de bebê em Miami. A variedade de preços e produtos é enorme. Com certeza, essa é a loja mais completa de todas. Aqui, você encontra desde carrinhos de bebê, até mamadeiras, babás eletrônicas, remédios para cólica e cremes para assaduras. É um verdadeiro paraíso para as mamães e papais. Não é difícil gastar umas 4 horas nessa loja de tanta coisa legal. Acredito que 90% do enxoval de bebê você consegue comprar aqui. Não recomendo essa loja para roupinhas, apesar de ter algumas opções.

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